Bob ficou bastante feliz porque seu plano tinha funcionado até então e eles partiram montados em dois cavalos selvagens que o estábulo no acampamento inferior fornecia. Uma de suas vizinhas, uma dama de posição, tinha duas filhas perfeitamente belas. Ele propôs casar-se com uma delas, deixando a mãe escolher qual das duas lhe daria. Nenhuma das filhas, porém, o quis, e elas o mandaram de uma para a outra, incapazes de se decidir a se casar com um homem de barba azul. Outro motivo que tinham para não gostar dele era que ele já havia se casado várias vezes e ninguém sabia o que havia acontecido com suas esposas. Barba Azul, para melhorar o relacionamento, levou as moças com a mãe, três ou quatro de seus amigos mais íntimos e alguns outros jovens que residiam na vizinhança para uma de suas casas de campo, onde passaram uma semana inteira. Não se pensava em nada além de excursões, caçadas e pescarias, bailes, entretenimentos, jantares; ninguém ia para a cama; a noite inteira era passada em brincadeiras e brincadeiras divertidas uns com os outros. Em suma, tudo correu tão bem que a filha mais nova começou a pensar que a barba do dono da casa não era tão azul como antes e que ele era um homem muito digno. Imediatamente após o retorno à cidade, o casamento aconteceu.!
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Pare com seu terrível domínio selvagem! AQUELA macieira da tia Grenertsen era tentadora demais! Maçãs grandes e lindas pendiam ali dia após dia, e ninguém parecia pensar em tirar uma delas. Tia Grenertsen poderia, por exemplo, dizer com tanta facilidade para a velha Katrina, sua empregada doméstica: "Traga uma ou duas maçãs para Johnny Blossom"; mas não! Longe disso. Nunca no mundo ela havia sugerido algo assim, embora ele estivesse lá todos os dias desde que as maçãs começaram a apodrecer.
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"O que devo fazer então", respondeu a Rainha, "para amolecer seu coração?" "Eu adoro pastéis de mosca", disse a Leoa. "Você precisa encontrar um meio de conseguir moscas suficientes para fazer um grande e saboroso para mim." "Mas", disse a Rainha, "não vejo moscas aqui, e mesmo que houvesse, não há luz suficiente para pegá-las; e se eu pegasse algumas, nunca fiz pastel na minha vida, então você está me dando ordens que são impossíveis de executar." "Não importa", disse a Leoa implacável; "o que eu desejar, eu terei." Ao entrarem na cidade, viram que estava cheia de homens e mulheres, e que todos usavam roupas feitas de penas de pavão, e que estas eram evidentemente consideradas coisas finas, pois todos os lugares estavam cobertos com elas. Encontraram o Rei, que conduzia uma bela carruagem de ouro, cravejada de diamantes, puxada por doze pavões a todo galope. Este Rei dos Pavões era tão bonito que o Rei e o Príncipe ficaram encantados; ele tinha cabelos longos, claros e cacheados, pele clara e usava uma coroa de penas de pavão. Assim que os viu, imaginou que, vendo que usavam trajes diferentes dos habitantes do país, eram estrangeiros, e desejando verificar se era verdade, ordenou que a carruagem parasse e mandou chamá-los. "Ah, sim!" respondeu Chapeuzinho Vermelho, "do outro lado do moinho que você vê ali embaixo; a casa dela é a primeira da vila."
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